segunda-feira, 5 de outubro de 2009

PMs do FET apreendem arma


Na noite do último domingo, 4/10, por volta de meia-noite Policiais Militares do FET - Força de Emprego Tático - do 4° BPM de Pelotas foram acionados pela Sala de Operações a comparecerem na Travessa Nossa Senhora de Lourdes onde um homem estaria sendo ameaçado por um casal portando arma de fogo.

Ao chegarem no local, bastante escuro, os PMs se depararam com cerca de oito pessoas e perceberam um indivíduo identificado por L. C. T. tentando se desfazer de um objeto e ao abordá-lo, constataram que se tratava de uma arma originalmente de ar comprimido, mas que havia tido seu cano alargado para o calibre .22, bem como adaptado um percursor para a munição. A coronha e o cano da arma ainda foram serrados para facilitar o porte.

Na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) da Polícia Civil foi realizado um teste preliminar na arma e constatado que a adaptação feita estava funcionando perfeitamente. Diante das circunstâncias e de posse do material apreendido, o acusado foi autuado em flagrante e conduzido ao Presídio Regional de Pelotas. A esposa do acusado, T. S. P., 17 anos responderá pelo ato infracional de ameaça.

Enquanto isto, os moradores agradeceram a atuação da Brigada Militar e muitos relataram que o acusado já vinha a algum tempo aterrorizando pessoas em posse da arma e já se intitulava o "chefão" do local.

Caminhada pela aprovação da PEC 300


A Associação dos Oficiais da Brigada Militar (AsofBM), a Associação de Sargentos, Subtenentes e Tenentes (ASSTBM) e a Associação de Servidores de Nível Médio da BM (Abamf) se reuniram na Praça Brigadiano Sampaio (ao lado do Comando-Geral da BM), na Capital, e saíram em marcha para uma Caminhada em Favor da PEC 300 e do Projeto Salarial.

A caminhada seguiu pela Rua dos Andradas, Esquina Democrática e Palácio Piratini. Ao todo, 5 mil PMs integram o ato. Dois mil estavam na Andradas e o restante se juntou ao grupo no Piratini.

Eles se queixam do que chamam de "pior salário do Brasil". Para ilustrar a situação, uma cruz é carregada pelos manifestantes.

O coronel Jorge Luiz Braga explica que todos os manifestantes, de soldado a coronel, estão fora da escala de serviço. — Tomamos este cuidado para que a segurança da cidade não fique comprometida. Este é um movimento que ocorre em todo o país para que o salário de todos os PMs seja igual ao de Brasília, que é em torno de R$ 3 mil. O trânsito ficou complicado na Borges de Medeiros, no sentido Centro-Bairro.

sábado, 3 de outubro de 2009

Momento de reflexão: todas as profissões têm um estigma

by Flávio Henrique on 01/10/2009

Em um momento inspirado, o autor do texto desabafou em uma comunidade de Direitos Humanos no Orkut sobre o que é ser policial militar (pois criticavam os policiais, só para variar). O texto é de uma pessoalidade ímpar e paradoxalmente gera uma identificação imediata por qualquer PM. Soou quase como uma oração, por isso se você é policial militar leia até o fim e diga se já não se encontrou em alguma situação citada nestas linhas. Caso não seja PM, aconselho do mesmo modo a leitura. Talvez assim entenda o quanto esta profissão é árdua.
ANTES DE SER POLICIAL CIVIL, EU FUI POLICIAL MILITAR;
ANTES DE SER POLICIAL MILITAR, EU FUI CARTEIRO;
ANTES DE SER CARTEIRO, FUI BOMBEIRO;
ANTES DE SER BOMBEIRO, FUI COBRADOR DE ÔNIBUS;
ANTES DE SER COBRADOR DE ÔNIBUS, FUI FUZILEIRO NAVAL;
E ANTES DE SER FUZILEIRO, FUI PALHAÇO DE CIRCO.

PARALELAMENTE A ESTAS PROFISSÕES, SOU DESENHISTA DE QUADRINHOS E PROGRAMADOR DE JOGOS PARA WEB, ALÉM DE LECIONAR HISTÓRIA QUANDO ESTAVA NA UFRN.

Como desenhista de quadrinhos, ouço de alguns, SEMPRE, que sou um desocupado.

Como programador de jogos, ouço de alguns, SEMPRE, que sou um nerd idiota.

Como palhaço de circo, ouço de alguns, ATÉ HOJE, que aquilo é vida de vagabundo.
Como fuzileiro naval, ouvi de muitos, que fui um BONECO DO ESTADO.

Como cobrador de ônibus, ouvi de muitos, que eu era um ladrão, por não ter, às vezes, moedas de R$ 0,01 e R$ 0,05, para dar de troco.

Como carteiro, guardo cicatrizes, para o resto de meus dias, de mordidas de cães e de acidentes de trabalho, como atropelamentos, causados pelos “ZECAS” da vida, além de ouvir DE TODAS AS MÃES COM AS QUAIS ME DEPARAVA, que eu era “O HOMEM DO SACO” que iria raptar as criancinhas.

Como bombeiro, NUNCA recebi um “obrigado”, ao retirar um gatinho de uma árvore, nem por mergulhar num esgoto, para salvar uma pessoa que foi levada por uma enxurrada. Tive que aprender a me ACOSTUMAR com isso, além de começar a compreender como a linha da vida é tênue e a matéria se desfaz por besteira.
Como POLICIAL MILITAR, enfrentei O MAIOR CHOQUE CULTURAL DE MINHA VIDA, ao ter de argumentar com todo tipo de pessoas, do mendigo ao magistrado, entrar em todo tipo de ambiente, do meretrício ao monastério.

Como POLICIAL MILITAR, fui PARTEIRO, quando não dava tempo de levar as grávidas ao hospital, na madrugada;

Como POLICIAL MILITAR, fui psicólogo, quando um colega discutia com a esposa, diante da incompreensão dela, às vezes, com a profissão do marido;

Como POLICIAL MILITAR, fui assistente social, quando tinha de confortar A MÃE DE ALGUMA VÍTIMA assassinada por não possuir algo de valor que o assaltante pudesse levar;

Como POLICIAL MILITAR, fui borracheiro e mecânico, ao socorrer idosos e deficientes com pneus furados;

Como POLICIAL MILITAR, fui pedreiro, ao participar de mutirões para reconstruir casas destruídas por enchentes;

Como POLICIAL MILITAR, fui paramédico fracassado, AO VER UM COLEGA IR A ÓBITO A BORDO DA VIATURA;

Como POLICIAL MILITAR, fui paramédico realizado, ao retirar uma espinha de peixe da garganta de uma criança;

Como POLICIAL MILITAR, fui apedrejado por estudantes da mesma escola na qual estudei E FUI PROFESSOR, por pessoas do mesmo grêmio do qual participei;

Como POLICIAL MILITAR, fui obrigado a me tornar gladiador em arenas repletas de terroristas, que são os membros de torcidas organizadas, em jogos de times pelos quais nem torço;

Como POLICIAL MILITAR, sobrevivi a cinco graves acidentes com viaturas, nunca a menos de 120km/h, na ânsia de chegar rápido àquela residência onde a moça estava sendo estuprada ou na qual um idoso estava sendo espancado;

Como POLICIAL MILITAR, fui juiz da vara cível, apaziguando ânimos de maridos e mulheres exaltados, que após a raiva uniam-se novamente e voltavam-se contra a POLÍCIA;

Como POLICIAL MILITAR, fui atropelado numa BLITZ, por um desses cidadãos QUE POR MEDO DA POLÍCIA, AFUNDOU O PÉ NO ACELERADOR E PASSOU POR CIMA DE VÁRIOS COLEGAS;

Como POLICIAL MILITAR, arrisque-me a contrair vários tipos de doenças, ao banhar-me com o sangue de vítimas às quais não conhecia, mas que tinha OBRIGAÇÃO de TENTAR salvar;

Como POLICIAL MILITAR, arrisquei contaminar toda a minha família com os mesmos tipos de doenças, pois ao chegar em casa, minha esposa era a primeira a me abraçar, nunca se importando com o cheiro acre de sangue alheio, nem com as manchas que tinha de lavar do uniforme;

Como POLICIAL MILITAR, fui juiz de pequenas causas, quando EM MINHA FOLGA, alguns vizinhos me procuravam para resolver SEUS problemas;

Como POLICIAL MILITAR, fui advogado, separando, na hora da prisão, os verdadeiros delinquentes dos “LARANJAS”, quando poderia tê-los posto no mesmo barco;

Como POLICIAL MILITAR, fui o homem que quase perdeu a razão, ao flagrar um pai estuprando uma filha, ENQUANTO A MÃE O DEFENDIA;

Como POLICIAL MILITAR, fui guardião de mortos por horas a fio, sob o sol, a chuva e a neblina, à espera do RABECÃO, que, já lotado, encontrava dificuldade para galgar uma duna mais alta, ou para penetrar numa mata mais densa;

Como POLICIAL MILITAR, fiquei revoltado, ao necessitar de um leito para minha esposa PARIR, e ao chegar NO HOSPITAL DA POLÍCIA, deparar-me com um traficante sendo operado por um médico particular;

Como POLICIAL MILITAR, fui o cara que mudou TODOS os hábitos para sempre, andando em estado de alerta 25 horas/dia, sempre com um olho no peixe e outro no gato, confiando desconfiado.

Como POLICIAL MILITAR, fui xingado, agredido, discriminado, vaiado, humilhado, espancado, rejeitado, incompreendido.

Na hora do bônus, ESQUECIDO;
Na hora do ônus, CONVOCADO.
Tive de tomar, em frações de segundo, decisões que os julgadores, no conforto de seus gabinetes, tiveram meses para analisar e julgar.

E mesmo hoje, calejado, ainda me deparo com coisas que me surpreendem, pois afinal AINDA sou humano.

Não queria passar pelo que passei, mas fui VOLUNTÁRIO, ninguém me laçou e me enfiou dentro de uma farda, né? Observando-se por essa ótica, é fácil ser dito por quem está “DE FORA”, que minha opinião NÃO IMPORTA, ou que simplesmente, não existe.

AMO O QUE FAÇO E O FAÇO PORQUE AMO. Tanto que insisto em levar essa vida, e mesmo estando atualmente em outra esfera do serviço policial, sei que terei de passar por tudo de novo, a qualquer hora, em qualquer dia e em qualquer lugar.

E O FAREI, SEM RECLAMAR, NEM RECUAR.

Porque se o Senhor não guarda a cidade, em vão vigia a sentinela.
Por isso é que fazemos nossa parte:

VIGILANTIS SEMPER!
Que Deus abençoe a todos.

Reunião das Entidades de Classe na Casa Civil


Entidades da Brigada Militar são recebidas pelo Chefe da Casa Civil para tratar sobre os próximos passos do Projeto Salarial


No final da tarde de 1° de outubro, o vice-presidente da ASSTBM, Olivo dos Santos Moura acompanhado do presidente da ABAMF, Leonel Lucas e do presidente da AsofBM, Cel Jorge Luiz Prestes Braga, e o vice-presidente da entidade, Ten Cel Jair Beltrami, foram até o Palácio Piratini com a finalidade de expor para o Chefe da Casa Civil, Otomar Vivian como estão as tratativas do Projeto Salarial da Brigada Militar.

O representante do Governo, por sua vez reafirmou que a Governadora Yeda tem vontade política de implementar o Projeto. Otomar definiu com os representantes das entidades brigadianas que no início da semana que vem terá uma nova audiência, para que se tenha uma definição quando ao tempo para implantação do projeto salarial e de reestruturação das carreiras.

De acordo com a diretoria da ASSTBM: "Além da dfinição sobre a questão salarial seria muito importante que a Governadora assinasse as Promoções de mais 1000 PMs que encontram-se pendentes".

Em encontro realizado pela manhã, com o chefe da Casa Civil, Otomar Vivian, e com o comandante da Brigada Militar, Cel João Carlos Trindade, o deputado Alberto Oliveira (PMDB) solicitou a publicação das Promoções dos Praças da BM: de Soldado para 3º Sargento, de 3º Sargento para 2º Sargento e de 2º Sargento para 1º Sargento. O parlamentar salientou que a repercussão financeira da medida é pequena, uma vez que os profissionais já recebem a diferença salarial das vagas em aberto. Além disso, Alberto Oliveira destacou que: “as Promoções são uma forma de reconhecimento ao trabalho e dedicação destes profissionais”. O secretário por sua vez afirmou que o Governo pretende publicar o ato nos próximos dias.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Esposas de PMs fazem protesto em frente ao 4° BPM

Uma decisão do Comandante do 4° Batalhão de Polícia Militar, Tenente Coronel Utinguaçú Rosado causou polêmica e descontentamento entre os Soldados da unidade. Para acomodar os cerca de oitenta novos alunos do Curso de Formação de Soldados PMs que se apresentarão dia 9 de Outubro, o Comandante decidiu desocupar um antigo alojamento onde os PMs veteranos guardavam seus fardamentos e materiais de serviço em armários.
A ordem foi cumprida na última segunda-feira, em uma formatura. Todos os armários foram desocupados e na quarta-feira passada foram retirados do alojamento, que passará por reformas com troca de vasos sanitários, pias, colocação de chuveiros e troca do piso.
A decisão do Comandante desagradou o efetivo, pois muitos chegavam à paisana no quartel para assumir o serviço e após soltarem, saiam à paisana procurando evitar a exposição do PM, bem como alguns saem do quartel e vão diretamente à Faculdade.
Em protesto, as esposas de PMs acompanhadas das lideranças da Associação de Cabos e soldados, montaram um acampamento ontem à tarde na frente da sede do Batalhão, porém em uma conversa com o Comandante a situação foi contornada.
Contudo, a falta de armários foi apenas o estopim de vários problemas enfrentados pelos policiais militares. A enfermaria não funciona 24 horas, não há creche para os filhos dos PMs e os salários são considerados os piores de toda a categoria no país.
- Vivemos em um nível de estresse horrível e que muitas vezes levamos para o nosso trabalho de policiamento, afirmou o presidente da Associação de Cabos e Soldados, João Domingues.
O Comandante do Batalhão afirma que assim que os novos alunos do curso de formação se apresentarem, será feito uma pesquisa para saber quantos deles moram em Pelotas e dependendo do resultado, um dos alojamentos poderá ser novamente ocupado pelos PMs veteranos.
Uma coisa é certa: é um paradigma a contrariedade do ser humano a novas idéias. Quem conhece o antigo alojamento sabe muito bem que aquilo alí muitas vezes estava em péssimas condições de higiene. Agora deve melhorar, esperamos.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Aumento de salário só pra quem ganha mais; Pra quem ganha menos, não

A aprovação das mudanças no plano de carreira do Tribunal de Contas, com aumentos que chegam a R$ 5 mil na gratificação de cerca de 700 servidores, acirrou os ânimos na Brigada Militar.
Do Soldado ao Coronel, ninguém admite que tenha sido aprovado aumento para o TCE, que concentra os mais altos salários do Estado, sem mexer na remuneração dos brigadianos. A revolta é maior porque as entidades que representam os brigadianos passaram seis meses discutindo mudanças no plano de carreira, em conjunto com técnicos da Secretaria da Fazenda, elaboraram um projeto e esperam que o Palácio Piratini o encaminhe para a Assembléia.
O projeto tem pontos com os quais o governo concorda, como o fim do estímulo à aposentadoria precoce e a ampliação das promoções por merecimento, em detrimento do tempo de serviço, mas esbarra no problema de sempre: a falta de dinheiro. O secretário do Planejamento, Mateus Bandeira, diz que o governo até gostaria de dar o que os brigadianos pedem, mas a proposta simplesmente não cabe no orçamento e implodiria o ajuste fiscal.
Na proposta apresentada ao governo, os policiais militares ficam com salários equivalentes aos civis, com os coronéis equiparados aos delegados de quarta classe. Para os soldados, o novo plano significaria dobrar o salário inicial, que hoje é de R$ 996,02, o mais baixo do Brasil.
Bandeira condenou o aumento para o Tribunal de Contas com a mesma veemência que critica a adoção do subsídio para procuradores e defensores públicos: De novo, está se aprovando aumento para quem ganha mais, enquanto somos obrigados a dizer não para professores e brigadianos porque os recursos são limitados.
Não serve o discurso da autonomia dos poderes, porque a origem dos recursos é uma só: o imposto. Os policiais militares planejam uma marcha, na próxima segunda-feira, do QG da Rua dos Andradas até a Praça da Matriz. Querem expressar seu descontentamento com o que consideram discriminação do governo. ALIÁS, os coronéis da Brigada Militar reclamam porque não receberam os reajustes da Lei Britto nem da matriz salarial, concedidos à base, e porque recentemente o governo deu aumento para os delegados de polícia e não contemplou os oficiais superiores.

A CRISE BRIGADIANA

COLUNA DE WANDERLEY SOARES CADERNO COLUNISTAS Página 02

Há um forte ruído de comunicação envolvendo o governo do Estado, através da Secretaria da Fazenda, o Comando-Geral da Brigada Militar e as entidades que representam oficiais e praças da corporação na questão relativa ao realinhamento salarial da família brigadiana.
Algumas posições tidas como oficiais estão fazendo água, com chocantes retrocessos do Piratini, o que está provocando um desconforto grave e generalizado na milícia gaúcha. Nesse campo, por ora, a primavera não anuncia flores brigadianas. Como um humilde marquês, tenho abordado o tema, constantemente, não obstante os ouvidos moucos da Praça da Matriz, e a ele retorno, pois trata-se de uma discussão do maior interesse de todos os segmentos da sociedade.
No dia 11 de agosto último, o Comandante-Geral da Brigada Militar, Coronel João Carlos Trindade Lopes, convocou as associações de classe da Brigada Militar para uma reunião extraordinária no auditório do quartel do comando-geral. Na ocasião, Trindade afirmou que falava em nome da governadora Yeda Crusius e que tinha autorização para fazer uma proposta de realinhamento salarial.
Nessa proposta, o salário de soldado seria de R$ 1.997,43, e o de capitão, R$ 7.094,00. Na platéia havia mais de 100 brigadianos, de todo o Estado, que ouviram a afirmação do Coronel Trindade de que estava acertado com a governadora o mês de março de 2010 como o prazo máximo para a implantação do realinhamento. Houve, inclusive, a distribuição de uma planilha dos novos salários.
No entanto, no dia 21 de setembro último, durante uma reunião na Secretaria da Fazenda, o diretor de pessoal, José Alfredo Parodis, afirmou que o Estado não faria o realinhamento salarial e ofereceu 3% para o ano de 2010, o que não chega a R$ 30 reais para cada soldado. O obscuro Parodis colocou por águas abaixo a palavra do Coronel Trindade, que falara em nome da governadora. Com isso, está se desenhando uma crise na segurança pública, prevista pelo presidente da AsofBM (Associação dos Oficiais da Brigada Militar), Coronel Jorge Luiz Prestes Braga, que redundará em imensos prejuízos à população rio-grandense.